sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Capítulo 3. A Importância da Pós-Graduação para o Profissional da Medicina






A Importância da Pós-Graduação para o Profissional da Medicina 


Miguel Sabino Neto
Professor Livre-Docente de Cirurgia Plástica da Escola Pau- lista de Medicina; Regente da Disciplina de Cirurgia Plás- tica da Universidade Federal de São Paulo.

Lydia Massako Ferreira
Professora Titular de Cirurgia Plástica da Universidade Federal de São Paulo; Coordenadora de Medicina III da CAPES. 



Introdução

    A pós-graduação surgiu tendo como uma de suas funções a de capacitar o corpo docente das instituições de ensino superior. Oferecer programas de Mestrado e Doutorado aos docentes foi um passo importante para aquele momento. Porém, a função da pós-graduação transcende esta função mais básica e busca: 

(1) formar professores competentes que possam atender à expansão quantitativa de nosso ensino superior, garantindo, ao mesmo tempo, a elevação dos atuais níveis de qualidade; 

(2) estimular o desenvolvimento da pesquisa científica por meio da preparação adequada de pesquisadores; 

(3) assegurar o treinamento eficaz de técnicos e trabalhadores intelectuais do mais alto padrão para fazer face às necessidades do desenvolvimento nacio- nal em todos os setores.



      A ideia inicial era dar, em uma primeira etapa, ênfase especial na pós-graduação para os contingentes que se dedicam à docência, particularmente para os níveis superiores, porque bons mestres formam alunos qualificados em suas respectivas profissões, abrindo caminho ao aperfeiçoamento imediato dos contingentes para os programas de ciência e tecnologia que o país estava a exigir. Além desse fluxo de recursos humanos, há um outro, neste caso, de tecnologia, um fluxo que vai dos cursos de pós-graduação para os consumidores, empresas e gover- no. É constituído dos produtos das pesquisas em ciências aplicadas.



    Há, então, duas formas pelas quais as empresas e o governo se beneficiam com o ensino de pós-graduação: atra- vés da utilização de profissionais qualificados com graus de Mestre e Doutor, e do aproveitamento das pesquisas de docentes e estudantes que permitem ao governo e às em- presas otimizar suas próprias atividades.


   A formação médica no Brasil é dividida em duas etapas bastante distintas e com intenções de estrita formação profissional. A primeira etapa é a graduação com duração de 6 anos e a segunda etapa, a residência médica ou especialização, com duração variável na dependência da especialidade ou área de atuação. Ao longo deste período, busca-se o máximo de conhecimento para exercer a car- reira de médico em sua plenitude. Findadas ou durante estas etapas, o médico pode atualizar-se através de cursos e congressos, ou, com cada vez mais frequência, através de ensino a distância e com a leitura de artigos e revistas científicas.



A maior parte dos cursos médicos não privilegia o ensino do método científico e desse modo gera uma lacuna na formação do futuro profissional. No sentido de ampliar este horizonte surgiu o Programa de Iniciação Científica que teve a adesão de diversas universidades e alunos. Este programa também poderá ter a função de encurtar o tempo de formação do pós-graduado. 


O que se pode questionar é:

1. Qual a importância da pós-graduação para os alunos da graduação?

2. O aluno de medicina em contato com a pós-graduação poderá ser um melhor profissional?

3. Os alunos de pós-graduação serão melhores profissionais








quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Capítulo 2. Iniciação Científica em Cirurgia Plástica na Graduação Médica

Iniciação Científica em Cirurgia Plástica na Graduação Médica 

Alexandre Mendonça Munhoz
Professor Livre Docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Coordenador do Grupo de Reconstrução Mamária do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo; Docente Pleno do Programa de Pós-Graduação de Mestrado e Doutorado do Hospital Sírio-Libanês.

Rolf Gemperli
Professor Titular da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Regente da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); Chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas da FMUSP. 


RESUMO: 

    A iniciação científica é uma modalidade de pesquisa científica desenvolvida especificamente para alunos de cursos de graduação em diversas áreas do conhecimento em ge- ral. Habitualmente, os alunos de graduação que iniciam e desenvolvem a iniciação científica não apresentam expe- riência prévia em modelos de pesquisa, desenvolvimento de hipóteses e métodos científicos de validação da pesquisa, nem apresentação e publicação dos resultados. Desta forma, é justificável o termo conferido de “iniciação” por representar o primeiro contato do aluno com modelos de pesquisa na prática.


FMUSP, Prof. Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e Ary de Azevedo Marques 

      A história da iniciação científica no Brasil é relativamente recente e data do final da década de 1980, quando o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tec- nológico (CNPq), órgão federal criado em 1951, introduziu um programa de bolsas para alunos de graduação. Denominado na época de PIBIC (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica), este programa apresentou desde o início uma mudança no perfil de apoio financeiro para o desenvolvimento de pesquisas, visto que até então apenas pesquisadores estabelecidos e com linhas de pesquisa consagradas tinham acesso às bolsas de estudo. Atualmente, inspiradas no modelo proposto pelo CNPq, outras agências e instituições vinculadas ao estímulo à pesquisa (FAPESP, FAPERJ etc.) criaram novos sistemas de estímulo à pesquisa em seus respectivos Estados.



     Desta forma, a iniciação científica nos moldes como se apresenta atualmente constitui um projeto de estímulo e apoio recente ao jovem pesquisador e aluno da graduação. De fato, dados mais atuais e provenientes do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) demonstram que a iniciação científica está implantada em aproximadamente 78% das instituições públicas de ensino superior e 70% das particulares. Todavia, segundo alguns autores e sobretudo quando a opinião dos alunos é analisada, a alta prevalência de projetos em nosso meio não está direta- mente relacionada com a qualidade e satisfação por parte dos bolsistas. Problemas relacionados à distribuição de re- cursos financeiros e ausência de institucionalização dessa atividade são relatados como fatores limitantes.

Convite de lançamento do livro Fundamentos da Cirurgia Plástica, Editora Thieme, Editores ; Prof. Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e Ary de Azevedo Marques no lançamento do Livro na Livraria Cia dos Livros - Universidade Mackenzie
     
      Em nosso meio há diversos modelos de iniciação, bem como flexibilidade no processo de iniciação. De maneira geral, o aluno de graduação vincula-se de maneira espontânea ou por meio de convite a um professor ou grupo que já apresenta uma linha de pesquisa definida. No estabele- cimento do tema ou assunto da iniciação, todo o processo da pesquisa é acompanhado por um professor orientador e coorientadores vinculados a um grupo, serviço ou laboratório de pesquisa da faculdade na qual o aluno estuda ou a algum centro de pesquisa financiador. 


FMUSP, Prof. Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e Ary de Azevedo Marques 
    
      Todo o processo de início, meio e fim com as conclusões da pesquisa e divulgação destas nos meios científicos pertinentes é realizado pelo aluno e monitorado pelo orientador. Ademais, nesta fase da graduação, o estudante-pesquisador inserido no programa de iniciação científica exerce as primeiras etapas da pesquisa acadêmica, como a redação do projeto, a apresentação de resultados em eventos (habitualmente, em congressos universitários e/ou simpósios organizados por ligas acadêmicas), a sistematização de ideias, a sistematização de referenciais teóricos, a elaboração de relatórios e demais atividades que habitualmente estão relacionadas ao cotidiano do pesquisador.




     Em algumas situações há a possibilidade de financiamento do processo de iniciação científica por meio de bolsas oferecidas por agências públicas governamentais. As principais agências financiadoras de projetos de iniciação científica no Brasil (por meio da concessão de bolsas anuais de incentivo à pesquisa) são o CNPq, em nível federal, por meio do PIBIC, e as agências públicas estaduais de fomento à pesquisa, como a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Fundação de Amparo a Pesqui- sa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). 


Lançamento do livro e autógrafos do Fundamentos da Cirurgia Plástica, Editora Thieme, os Editores ; Prof. Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e Ary de Azevedo Marques no lançamento do Livro na Livraria Cia dos Livros - Universidade Mackenzie
    Até 2010, somente o CNPq registrava mais de 25.500 bolsas de Iniciação Científica em todo o país, tendo a região sudeste a maior quantidade de projetos em andamento, com 45,4% do total de benefícios distribuídos. Habitualmente, estas agências concedem bolsas anuais com valores próximos a um salário mínimo mensal. Durante a pesquisa, há a neces- sidade de apresentação dos resultados preliminares, bem como ao término da bolsa a demonstração dos resultados finais. 







Capítulo 1. A Graduação Médica, a Cirurgia Plástica e as Ligas Acadêmicas


No módulo I, Graduação Médica são abordados aspectos da cirurgia plástica no ensino médico da graduação com enfoque para a grade curricular, o papel das ligas acadêmicas e aspectos relacionados `a pesquisa e iniciação científica do aluno de graduação no tocante a área de atuação da cirurgia plástica estética e reparadora.
A Graduação Médica, a Cirurgia Plástica e as Ligas Acadêmicas 

Alexandre Mendonça Munhoz
Professor Livre Docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Coordenador do Grupo de Reconstrução Mamária do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo; Docente Pleno do Programa de Pós-Graduação de Mestrado e Doutorado do Hospital Sírio-Libanês.

Pedro Soler Coltro
Medico Assistente I de Cirurgia Plástica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo; Ex-Preceptor da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Arthur Hirschfeld Danila
Médico Psiquiatra, Ex-aluno da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Presidente da Associação dos Médicos Residentes da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Rolf Gemperli
Professor Titular da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Regente da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); Chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas da FMUSP. 


RESUMO: 

    A graduação em Medicina representa o mais importante período de formação das bases do futuro médico. Para isto é fundamental o estabelecimento de conceitos sólidos e alicerçados nas áreas básicas e especializadas com objetivo de real e amplo conhecimento da área médica e suas inter-relações por parte do aluno de graduação.
   Em nosso meio, a graduação é parte crucial do sistema de educação superior e tem como base os modelos criados na França, representando o primeiro título universitário recebido por um indivíduo em um sistema de ensino e formação profissional. Nos países de colonização portuguesa, a graduação se refere à formação superior que garante ao aluno, no término do curso, a possibilidade de exercer a profissão em que se graduou, ou de prosseguir nos estudos em níveis complementares, mais avançados, de formação e/ou subespecialização. Assim, podemos mencionar a pós-graduação neste modelo, envolvendo a especialização nos moldes lato sensu (sentido amplo) ou stricto sensu (sentido estrito), com os programas de Mestrado e Doutorado. De maneira distinta, nos países de origem inglesa, há o modelo que envolve os undergraduate studies semelhante ao modelo brasileiro. Todavia, há também, naqueles países, os chamados graduate studies (estudos de graduação), que garantem ao aluno a possibilidade de exercer determinadas profissões ou de continuar seus estudos com Mestrado ou Doutorado.

Fundamentos da Cirurgia Plástica, Editora Thieme, os Editores ; Prof. Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e Ary de Azevedo Marques no lançamento do Livro na Livraria Cia dos Livros - Universidade Mackenzie
   
   Conceitualmente, o currículo da graduação é alicerçado na definição dos objetivos do ensino de graduação em Medicina, que são:
  • perceber o paciente como um ser humano biopsicos-
    social único, procurando desenvolver uma relação
    médico-paciente positiva;
  • identificar a saúde como um estado de bem-estar físico,
    psíquico e social, que depende das circunstâncias do
    ambiente;
  • atuar com destreza na promoção da saúde, na prevenção
    e no tratamento das doenças, e na reabilitação dos incapacitados.

   Desta forma, é durante a graduação que o estudante de- verá adquirir a capacidade e o hábito de obter, por iniciativa própria, a solidificação dos conhecimentos gerais e os meca- nismos que garantam o processo de educação continuada.
Na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), o curso de graduação foi reestruturado após a reforma curricular de 1996 e consiste atualmente em dois segmentos: o “nuclear” e o “complementar”. De modo geral na FMUSP, a carga horária total do curso é de 11 mil horas e apresenta a seguinte distribuição: o nuclear, obrigatório para todos os alunos, com 70% da carga horária total, e o complementar com 30%.



Segundo Gregório Montes, do Departamento de Patolo- gia da FMUSP, e um dos responsáveis pela implementação da pesquisa científica no currículo nuclear da graduação, a iniciativa de reformular o currículo do curso de Medicina foi uma resposta à crescente sobrecarga de informações que caracteriza o ensino da Medicina, além de favorecer a aquisição de mecanismos de autoaprendizagem que ca- pacitassem o aluno para a educação continuada depois da graduação. (continua....).




Introdução aos Fundamentos da CIrurgia Plástica


Fundamentos da Cirurgia Plástica, não se trata de um livro meramente descritivo sobre a atuação da Cirurgia Plástica nas diversas áreas do corpo humano. Esta é uma obra na qual são descritas as áreas de atuação objetivando completa compreensão dos diversos assuntos pertinentes à especialidade. Com mais de 400 ilustrações e fotos, o livro permite melhor compreensão das técnicas empregadas na reparação dos diversos segmentos do corpo, tornando este compêndio ímpar dentro do nosso meio. 

As mudanças no currículo de ensino médico de graduação da Faculdade de Medicina da USP, acarretando na redução do número de aulas teóricas e no aumento da participação dos alunos em discussões de casos e aulas práticas, tornaram necessária a aquisição complementar de conhecimentos ou atualização dos temas relativos à Cirurgia Plástica, os quais podem ser adquiridos através desta obra, Fundamentos da Cirurgia Plástica. A elaboração deste livro contou com a colaboração fundamental dos membros da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina e do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, incluindo diversos especialistas de diferentes subáreas da especialidade.


Fundamentos da Cirurgia Plástica, Editora Thieme, os Editores ; Prof. Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e Ary de Azevedo Marques no lançamento do Livro na Livraria Cia dos Livros - Universidade Mackenzie

Prof.Dr. Rolf Gemperli
Professor Titular da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Regente da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); Chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Prof.Dr. Alexandre Mendonça Munhoz
Professor Livre Docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Coordenador do Grupo de Reconstrução Mamária do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo; Docente Pleno do Programa de Pós-Graduação de Mestrado e Doutorado do Hospital Sírio-Libanês.

Dr. Ary de Azevedo Marques
Cirurgião Plástico, Preceptor da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo de 2009 a 2010; Pós Graduando nível Doutorado pelo Hospital Sírio-Libanês; Médico Colaborador do Grupo de Reconstrução Mamária do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

Fundamentos da Cirurgia Plástica, Editora Thieme, Prof. Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e Ary de Azevedo Marques
Associado à qualidade do material científico, houve a importante colaboração do artista Rodrigo Tonan: Ilustrador Médico formado pela Faculdade Paulista de Artes, especializado em ilustrações médicas no Hospital das Clínicas da FMUSP. Atualmente, atua como ilustrador médico no HCFMUSP e no Serviço de Eletrocardiologia do Instituto do Coração - HC-FMUSP; tem mais de 18 anos de carreira, com participação em inúmeras publicações científicas nacionais e internacionais, além de prêmios como o Jabuti.



A obra é dividida do ponto de vista didático em 6 módulos principais, quais sejam os aspectos gerais relacionados a cirurgia plástica na formação do médico generalista (graduação), e as áreas específicas dos campos de atuação como conceitos básicos, cirurgia crânio-maxilo-facial, tumores cutâneos, contorno corporal e extremidades.

Sumário

Prefácio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .
Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz, Ary de Azevedo Marques Neto

Módulo I Graduação Médica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Coordenadores: Alexandre Mendonça Munhoz & Rolf Gemperli
Capítulo 1 A Graduação Médica, a Cirurgia Plástica e as Ligas Acadêmicas . . . . . . . . . . . . . . 3
Alexandre Mendonça Munhoz, Pedro Soler Coltro, Arthur Hirschfeld Danila e Rolf Gemperli
Capítulo 2 Iniciação Científica em Cirurgia Plástica na Graduação . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Alexandre Mendonça Munhoz e Rolf Gemperli
Capítulo 3 A Importância da Pós-Graduação para o Profissional da Medicina. . .. . . . . . . . ..... 11
Miguel Sabino Neto e Lydia Massako Ferreira

Módulo II Conceitos Básicos em Cirurgia Plástica . . . . . . . . . . . . . . . . . 
5 Coordenadores: Júlio Moraes Besteiro & Rolf Gemperli
Capítulo 4 Cicatrização de Feridas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Alexandre Mendonça Munhoz, Ary de Azevedo Marques Neto, e Fábio Kamamoto e Rolf Gemperli
Capítulo 5 Técnica Cirúrgica em Cirurgia Plástica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e Miguel Modolin
Capítulo 6 Transplantes de Tecidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e Wilson Cintra Júnior
Capítulo 7 Expansores de Tecidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46
Rolf Gemperli e Alexandre Mendonça Munhoz
Capítulo 8 Princípios da Microcirurgia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
Luiz Carlos Ishida, Marcos Vinícius Longo e Alexandre Mendonça Munhoz
Capítulo 9 Avaliação Inicial e Tratamento das Queimaduras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
Rolf Gemperli, Alexandre Mendonça Munhoz e David de Souza Gomez

Módulo III Cirurgia Crânio Maxilo Facial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
 Coordenadores: Diógenes Laércio Rocha & Dov Charles Goldenberg
Capítulo 10 Fraturas de Face . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Dov Charles Goldenberg e Wendell Fernando Uguetto
Capítulo 11 Ferimentos Específicos na Face . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82
Henri Friedhofer, Jonas Eraldo de Lima Júnior e Alexandre Mendonça Munhoz
Capítulo 12 Fissuras Lábio Palatais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . . 92
Daniela Tanikawa e Nivaldo Alonso
Capítulo13DeformidadesCongênitasCraniofaciaiseCirurgiaOrtognática .................................. 99
Dov Charles Goldenberg e Fernanda Cavicchioli Goldenberg
Capítulo 14 Anatomia Cirúrgica, Paralisia Facial e Cirurgia Estética da Face . . . . . . . . . . . . . 113
Ary de Azevedo Marques Neto, Thais Knoll Ribeiro e Rolf Gemperli 


Módulo IV Tumores Cutâneos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Coordenadores: Fábio de Freitas Busnardo & Dov Charles Goldenberg
Capítulo 15 Anomalias Vasculares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
Dov Charles Goldenberg e Patrícia Yuko Hiraki
Capítulo 16 Tumores Cutâneos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142
Pedro Soler Coltro, Fábio de Freitas Busnardo e Rolf Gemperli

Módulo V Contorno Corporal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Coordenadores: Rolf Gemperli, Miguel Modolin & Wilson Cintra Júnior
Capítulo 17 Cirurgia Estética da Mama. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..... . . . . . . . . . 153
Alexandre Mendonça Munhoz, Alexandre Siqueira Fonseca, Ary de Azevedo Marques Neto e Rolf Gemperli
Capítulo 18 Reconstrução da Mama . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . 164
Alexandre Mendonça Munhoz, Alexandre Siqueira Fonseca, Eduardo Montag e Rolf Gemperli
Capítulo 19 Contorno Corporal após Cirurgia Bariátrica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175
Wilson Cintra, Miguel Modolin, Rolf Gemperli e Alexandre Mendonça Munhoz

Módulo VI Extremidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
Coordenadores: Araldo Ayres Monteiro Jr. & Eduardo Montag
Capítulo 20 Anatomia Cirúrgica das Mãos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . . 187
Hugo Alberto Nakamoto, João Carlos Nakamoto e Alexandre Mendonça Munhoz
Capítulo 21 Traumatismo das Mãos e Lesões Nervosas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 194
Hugo Alberto Nakamoto, João Carlos Nakamoto e Paulo Tuma Jr.
Capítulo 22 Reconstrução de Membros Inferiores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203
Dimas André Milcheski, Hugo Alberto Nakamoto e Alexandre Mendonça Munhoz
Capítulo 23 Úlceras de Pressão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . . . . 214
Ary de Azevedo Marques Neto, Alexandre Munhoz e Eduardo Montag